Uma forte tempestade atingiu Santa Catarina e deixou várias cidades em situação crítica, obrigando prefeituras a decretarem estado de emergência. O mau tempo chegou com ventos intensos, chuva pesada e granizo em algumas regiões, causando estragos imediatos em ruas, residências, comércios e estruturas públicas. Em poucos minutos, áreas inteiras ficaram alagadas, árvores caíram e parte da rede elétrica foi danificada, deixando muitos moradores sem luz.
O impacto foi sentido principalmente em municípios do interior e do litoral sul, onde o temporal avançou com mais força. Famílias precisaram sair de casa às pressas depois que a água invadiu imóveis, destruindo móveis e deixando prejuízos difíceis de calcular. Em algumas localidades, as enxurradas arrastaram carros, derrubaram muros e deixaram estradas intransitáveis. A Defesa Civil foi acionada logo nas primeiras ocorrências e passou a monitorar cada região afetada, orientando a população e auxiliando no que era possível.
Com o decreto de emergência, as cidades ganham mais agilidade para mobilizar recursos, contratar serviços urgentes e reforçar ações de assistência aos moradores. Abrigos foram montados para receber famílias desalojadas, que chegaram carregando pertences básicos e aguardando apoio. Equipes municipais começaram a limpar vias e remover destroços, mas o trabalho tem sido lento por causa do grande volume de danos. A prioridade é garantir acesso seguro às áreas isoladas e evitar novos acidentes.
As redes sociais foram tomadas rapidamente por vídeos que mostravam a força da tempestade. Em vários registros, é possível ver telhados sendo arrancados, postes balançando com o vento e ruas que mais pareciam rios. A população relatou medo e surpresa, já que o temporal se formou de maneira rápida e atingiu vários bairros ao mesmo tempo. Muitos moradores disseram que nunca tinham visto algo tão forte naquele período do ano.
O fornecimento de energia foi um dos pontos mais afetados. Em algumas regiões, equipes trabalharam durante toda a madrugada para tentar restabelecer o sistema. A queda de árvores sobre fiações complicou o serviço e exigiu o uso de máquinas para liberar os acessos. Comércios ficaram fechados e escolas suspenderam as aulas por falta de condições de funcionamento. A orientação para a população foi evitar deslocamentos desnecessários e, principalmente, áreas com risco de deslizamento.
A meteorologia já havia alertado para a formação de tempestades, mas a intensidade registrada superou o esperado. Técnicos explicaram que a combinação de calor, umidade e instabilidade atmosférica criou um ambiente propício para fenômenos mais severos. Eles reforçaram ainda que novos episódios não estavam descartados nos dias seguintes, e que a atenção deveria permanecer redobrada.
Enquanto isso, voluntários se mobilizaram para ajudar famílias atingidas. Doações de roupas, água e alimentos começaram a ser reunidas em centros comunitários, ampliando a rede de apoio. Em muitas cidades, grupos de moradores se organizaram para limpar ruas e auxiliar vizinhos em situação mais delicada.
As prefeituras, por sua vez, seguem levantando os prejuízos e avaliando a extensão do impacto. Há preocupação com a recuperação de estradas, atendimento social e reconstrução das áreas mais atingidas. A expectativa é de que o governo estadual também apoie financeiramente as ações emergenciais, já que a destruição foi ampla e exigirá esforço conjunto para a normalização.
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